Obesidade e Revolução industrial

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Obesidade e Revolução industrial

Mensagem por Ayana Marcela em Ter Set 12, 2017 1:03 am

Desde os primórdios da sociedade, há recorrência de sobrepeso, obesidade e doenças provenientes dessa condição. No entanto, desde a revolução industrial, o índice desse tipo de doença vem aumentando cada vez mais. Esse registro se deve a inúmeros fatos, tendo consequências incontáveis.
   Em primeira mão é preciso perceber que a partir de século XX, com a ocasião da revolução industrial e grande êxodo rural, nos quais diversas pessoas saíram de trabalhos com bastante esforço físico e alimentação equilibrada, o serviço na roça por exemplo, para outros mais parados, mais exigentes, com grande correria, típico nos centros urbanos e industriais, que os impossibilita de ter uma alimentação regulada, prezando por uma mais prática e rápida.Além, claro, de todo o stress ocasionado por esse ritmo exacerbado de trabalhar. Isso fica claro quando se analisa os índices divulgados pela revista de enfermagem, Anna Nery, onde a obesidade se mostra muito maior na região Sudeste, mais industrializada, apontando 1,02%, que em regiões como a Norte e a Nordeste, menos industrializadas, com 0,58% e 0,56% respectivamente.
   Em segunda mão, perceptíveis são as consequências desse sobrepeso. Desde doenças psicológicas, como a neurose do corpo perfeito e a baixa auto-estima, até doenças físicas, como as doenças cardiovasculares, exemplos cardiopatia isquêmica e a cardiopatia hipertensiva, que podem ser prevenidas com acompanhamentos pessoais, como os cálculos do IMC (Índice de Massa Corporal) e da RCQ (Relação Cintura Quadril). A sociedade Brasileira de Cardiologia afirma que a obesidade é a principal causadora de enfermidades coronárias, hoje em dia. E a OMS (Organização Mundial da Saúde) revelou índices de que 7,02 milhões de pessoas morreram no mundo, por cardiopatia Isquêmica, em 2011, sendo essa a principal causa de morte aquele ano.
  Analisando todos os dados a cerca do excesso de peso, desde as causas até as consequências, é possível perceber que com direitos trabalhistas mais humanos, empregados pelos governantes e respeitados pelos patrões e trabalhadores, aliados à campanhas de conscientização, aplicadas pelo governo e por ONGs, para incentivar a alimentação saudável, a prática de exercícios regulares e o acompanhamento com profissionais especializados, principalmente com a aplicação do IMC e da RCQ, com eficácia comprovada. É viável diminuir os índices de obesidade e principalmente das temidas doenças coronárias.

Ayana Marcela

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